Quem escolhe fazer faculdade de jornalismo dificilmente o faz pensando na parte financeira. Escolhemos trabalhar na área pensando na satisfação pessoal (?). Pelo menos é isso que a maioria dos estudantes diz, excetuando o Sato que ainda está descobrindo o motivo de estar cursando jornalismo.
Andei vendo alguns vídeos de jornalistas em situações engraçadas, a maioria deles são velhos, creio que quase todo mundo já viu. Quando os vi pensei: o sujeito estuda quatro anos, não ganha muito bem, trabalha muito além da carga que está acertada em seu contrato e ainda passa por situações como essa... É muito amor a profissão mesmo. Não apenas situações engraçadas, mas também perigosas. Muita gente tem uma visão errada da profissão e acaba agredindo repórteres, fotógrafos e outros profissionais. Por isso que eu digo que pra ser jornalista tem que amar o trabalho, porque realmente não é fácil.
Gostaria de compartilhar alguns vídeos com vocês, quando os vi não pude deixar de imaginar meus colegas de turma enfrentando tais situações.
O primeiro vídeo é de um folclórico programa pernambucano chamado “Sem meias palavras”, onde o entrevistado aparentemente bêbado tenta por diversas vezes beijar o repórter. Repare na risada do produtor e do operador de câmera. Toda vez que vejo o vídeo eu imagino o Leandro na situação do repórter, pois ele se irrita muito fácil com gente folgada. Peço que vocês vejam e imaginem o mesmo.
O segundo trata-se de um repórter entrevistando uma mulher que acabara de ser presa por furto. A entrevistada começa a ‘xavecar’ o jornalista perguntando se ele gostaria de fazer “algo bem gostosinho”, como ela descreve. Quem conhece o Sato sabe como ele é tímido, não pude deixar de imaginar ele na situação. Acho que se isso acontecesse ele abandonaria a profissão.
Esse terceiro vídeo é uma coletânea de bizarrices. Primeiro temos uma repórter que está cobrindo um evento de skate e tenta demonstrar que em pouco tempo aprendeu a fazer uma manobra. Eu me imagino em tal situação, às vezes quero inventar demais e acabo me ferrando. Depois temos outras três situações em que eu não posso revelar quem eu imaginei, pois seria perigoso para minha integridade física.
O segundo trata-se de um repórter entrevistando uma mulher que acabara de ser presa por furto. A entrevistada começa a ‘xavecar’ o jornalista perguntando se ele gostaria de fazer “algo bem gostosinho”, como ela descreve. Quem conhece o Sato sabe como ele é tímido, não pude deixar de imaginar ele na situação. Acho que se isso acontecesse ele abandonaria a profissão.
Esse terceiro vídeo é uma coletânea de bizarrices. Primeiro temos uma repórter que está cobrindo um evento de skate e tenta demonstrar que em pouco tempo aprendeu a fazer uma manobra. Eu me imagino em tal situação, às vezes quero inventar demais e acabo me ferrando. Depois temos outras três situações em que eu não posso revelar quem eu imaginei, pois seria perigoso para minha integridade física.
Bom, é isso. Esse foi um post tapa buraco, infelizmente. O programa com nossos amigos Sato e Leandro deve ser exibido na semana que vem, tentaremos colocar no YouTube.
No dia que a moça perguntou: “Vocês conhecem os donos do blog Neurolistas?” Minha reação foi de pavor, veja o vídeo abaixo para ter uma idéia de como eu reagi.
No dia que a moça perguntou: “Vocês conhecem os donos do blog Neurolistas?” Minha reação foi de pavor, veja o vídeo abaixo para ter uma idéia de como eu reagi.