Eu não sei você, mas eu odeio ficar sem assunto para escrever aqui no Neurolistas. O Sato sempre tem assuntos pertinentes: coisas do jornalismo, visões de mundo, música etc. O Daniel é outro que não deixa de ter temas interessantes: dor de barriga, Carla Peres, Gabriel García Márquez, entre outros.
Já eu, não sei bem o porquê, estou sem assuntos nos últimos dias. Passei séculos esperando algo excêntrico acontecer comigo: talvez uma berinjela recheada atravessasse meu caminho, ou, quem sabe, a mina de Direito virasse para mim e dissesse: “Eu te amo, Leandro, sempre te amei e vou sempre te amar”. Mas não: nada disso aconteceu.
A solução para falta de assunto é, como sempre, fazer listas! E a de hoje será sobre coisas e situações que incomodam profundamente a minha pessoa e que me deixam com a vontade de empunhar uma espada japonesa e matar todos os seres deste universo.
Segue a lista:
- Suco de caju;
- Chegar em um lugar e a pessoa falar: “Nossa, você não penteou o cabelo?”;
- Levar susto. Ainda mais quando eu tenho certeza que ali tem um ser humano escondido apenas para me assustar e, mesmo assim, caio na armadilha;
- Alguém dizer que odiou o melhor livro que eu li: “Ah, eu achei o livro superficial e vazio.”;
- Alguém dizer que achou algo “vazio”;
- Filmes/livros/seriados que têm cenas de despedida entre amigos (ou namorados) e está chovendo no lugar: Exemplo: O Caçador de Pipas. Por que, Deus, não podem fazer uma cena dessas com o dia ensolarado?
- Filmes em que a cena mais importante (perseguições, tiroteios etc) é decidida por coisas sem a menor ligação com a história, como pombos ou ratos. Exemplo: O Código Da Vinci;
- Gente que pede dinheiro em porta de show: “Você tem cinco reais para me ajudar a entrar?”. Pior: “Você tem dois contos para MIM comprar uma pinga ali?”, “Não, cara, não tenho”, “Tem sim, dois reais, mano...só uma pinguinha”, “Eu não tenho, porra, não tenho, não tenho, não tenho e não tenho!”;
- Alguém repetir as seguintes frases em um intervalo menor que 15 segundos: “Tipo assim”, ou “Tipo, sei lá”, ou “Tipo assim, sei lá”.
Já eu, não sei bem o porquê, estou sem assuntos nos últimos dias. Passei séculos esperando algo excêntrico acontecer comigo: talvez uma berinjela recheada atravessasse meu caminho, ou, quem sabe, a mina de Direito virasse para mim e dissesse: “Eu te amo, Leandro, sempre te amei e vou sempre te amar”. Mas não: nada disso aconteceu.
A solução para falta de assunto é, como sempre, fazer listas! E a de hoje será sobre coisas e situações que incomodam profundamente a minha pessoa e que me deixam com a vontade de empunhar uma espada japonesa e matar todos os seres deste universo.
Segue a lista:
- Suco de caju;
- Chegar em um lugar e a pessoa falar: “Nossa, você não penteou o cabelo?”;
- Levar susto. Ainda mais quando eu tenho certeza que ali tem um ser humano escondido apenas para me assustar e, mesmo assim, caio na armadilha;
- Alguém dizer que odiou o melhor livro que eu li: “Ah, eu achei o livro superficial e vazio.”;
- Alguém dizer que achou algo “vazio”;
- Filmes/livros/seriados que têm cenas de despedida entre amigos (ou namorados) e está chovendo no lugar: Exemplo: O Caçador de Pipas. Por que, Deus, não podem fazer uma cena dessas com o dia ensolarado?
- Filmes em que a cena mais importante (perseguições, tiroteios etc) é decidida por coisas sem a menor ligação com a história, como pombos ou ratos. Exemplo: O Código Da Vinci;
- Gente que pede dinheiro em porta de show: “Você tem cinco reais para me ajudar a entrar?”. Pior: “Você tem dois contos para MIM comprar uma pinga ali?”, “Não, cara, não tenho”, “Tem sim, dois reais, mano...só uma pinguinha”, “Eu não tenho, porra, não tenho, não tenho, não tenho e não tenho!”;
- Alguém repetir as seguintes frases em um intervalo menor que 15 segundos: “Tipo assim”, ou “Tipo, sei lá”, ou “Tipo assim, sei lá”.

